Pular para o conteúdo
Homem JustiçaHOMEM JUSTIÇA

Capítulo 9 · Família

Abandono Afetivo

Ler o quadrinho ↓

Assista ao episódio

O afeto não pode ser imposto por lei. Mas o cuidado, sim. A ausência de um pai ou de uma mãe deixa marcas que o tempo não apaga sozinho — e o Direito tem algo a dizer sobre isso.

Neste capítulo, o Homem Justiça encontra uma jovem que carrega dez anos de silêncio do próprio pai. E ensina: onde o amor falta, a responsabilidade jurídica deve estar presente.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que o abandono afetivo pode gerar dano moral. A frase que resume essa visão virou marco: “Amar é faculdade, cuidar é dever.” O pai ou a mãe que se ausenta do desenvolvimento do filho, negando assistência moral e psíquica, pode cometer um ato ilícito.

O abandono pode violar os deveres de cuidado e assistência previstos em lei. A Lei 15.240/2025 passou a tratar expressamente do abandono afetivo no ECA. Eventual reparação depende da análise da conduta, do dano e da relação entre eles; o desfecho da história não garante resultado em outro caso.

  • ▸“Amar é faculdade, cuidar é dever”: o cuidado é obrigação jurídica, não uma escolha;
  • ▸O abandono afetivo pode configurar dano moral indenizável (entendimento do STJ);
  • ▸Fundamento: princípio da Paternidade Responsável e dignidade da pessoa humana;
  • ▸A indenização depende das circunstâncias e da prova do caso. Um advogado ou a Defensoria Pública pode orientar.

A história

Abra uma página no leitor para ampliar os quadros. A leitura também está disponível abaixo.

Abandono Afetivo — página 1
Imagem original ↗
Abandono Afetivo — página 2
Imagem original ↗
Abandono Afetivo — página 3
Imagem original ↗

Abandono Afetivo

Página 1 de 3

100%

Amplie com + e role a imagem para ler. Use as setas para trocar de página e Escape para fechar.

Acompanhe novas histórias no Instagram @homemjustica.

Mais histórias sobre Família